Agradeço a vossa visita, por fazer parte da minha história ... por bailar comigo!




terça-feira, 9 de outubro de 2007



Sua alma para mim, é como um feixe de luz que transcende o tempo e o espaço ...

onde a minha alma, ignorante, observa seus movimentos aprendendo

a caminhar ....

a sonhar ...


(Puérah 21/02/2007)

sábado, 6 de outubro de 2007




- De que parte você tirou esta foto?

- Esta foto é o brilho dos meus olhos refletidos no espelho. Consegues ver o meu reflexo?

- Pra ser sempre o seu espelho...

- Reflexos... o espelho reflete a alma, mas as vezes a própria alma não reconhece o reflexo no espelho!

- De que lado do espelho você se encontra?

- Do mesmo lado que é o seu, pois quando vires o espelho, não será a sua imagem, mas sim a minha refletida no espelho!
(Atmospheu & Puérah - fev/mar 2007)

terça-feira, 2 de outubro de 2007


Atmospheu,
Me dê a sua mão e vem ver a Lua comigo esta noite...
Sabia que Ela torce por nós?
Por que foi através dela que nós nos conhecemos...
e é através dela que as nossas vidas é regida por sua magia!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Puérah ...
Há mais de você em mim
Do que de mim em mim mesmo !
Atmospheu

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Hoje, como todas as manhãs, acordei com o seu cheiro ... o cheiro do seu amor me beijando, sentindo o calor do seu abraço cheio de emoção ... esta mistura de amor-perfeito com querer bem me deixa completamente bamba... Meu amor, me segura !

I need you
I miss you
I want you

Signore delle mie emozioni
Uomo della mia vita
Parte intero di me

quarta-feira, 29 de agosto de 2007


Tem dias que há tanto para dizer e outros, tanto para ouvir... e há dias, como hoje, que me apetece ficar assim - não há palavras para expressar tantos desejos - apenas o silêncio basta.

terça-feira, 7 de agosto de 2007


Beijo, beijo, beijo... beijo que completa é o beijo que faz parar o tempo... beijo com sabor de desejo... trás no pensamento a vontade incontrolada ... sensações a flor da pele, beijos da minha vontade, faz o meu corpo pedir seu corpo, universo da minha loucura, a querer mais um novo beijo ... apetece-me parar o tempo com seu beijo..., beijo, beijo, beijo com sabor de desejo .. e nesta inércia do tempo me faz ter vontade de te dar um beijo !!!!

terça-feira, 27 de março de 2007

- A vida é feita de atitudes, não achas?
- sim, nós somos a pedra que cai no lago, provocando ondas.
- São os reflexos de nossos atos;
- mexemos com todo mundo... trazendo consequencias nas suas vidas, nossos atos irrefletidos!

sexta-feira, 23 de março de 2007

... Na praia te encontrei, sabias?
apanhei um susto, foi muito intenso... parecia-me que era tu mesmo!
mas era a minha imaginação. Seriam saudades de nossas conversas?

terça-feira, 20 de março de 2007

" As borboletas são lindas, tal como são, com sua cor natural...
não quero pintar de cor alguma, nem lhe dar rumo...
prefiro deixar ela voar e ficar observando sua graciosidade"

quarta-feira, 14 de março de 2007

"... vou querer ver sua alma espelhada, vais deixar?
A lua iluminará!!!!!!"

sábado, 24 de fevereiro de 2007


" Abri os olhos e voei para ti..."

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007


Sonhos...

Sonhar mais um sonho impossível...
Porque lutar, quando se é mais fácil ceder?
Vencer o inimigo invencíveis
Quantas armaduras mais terei que usar?
Sofrer a tortura implacável, romper a incabível prisão...
Voar no limite improvável...
Não me importa saber se será terrível demais tocar o chão!
É minha lei, minha questão!
E se amanhã este chão que beijei, será ele o meu leito de perdão?
Só saberei que valeu delirar e morrer de paixão, e seja como for um dia isto terá fim... esta infinita aflição...

Fecho-me em prisões invisíveis,
Quero sair, mas não consigo
encontrar a porta...
e o que me resta?
Gritar em silêncio.



(AB/VL- 26/01/2007)

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Noite nua
longe o mar, da lua,
entre eles, um barco sem rumo
na distância, o reflexo
não é lua
não é água
beijo líquido
de luar

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Quando as palavras viram gotas
e a saudade orvalho ...

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

- Ficamos no banco do jardim ... sente as flores, o seu cheiro ... vem.. me dê a mão.
- Sim, mas estou com medo...
- Vamos para o campo... vem sente as pétalas.
- ... de te dar a mão e me soltares.
- não farei isto... não vamos tirar as flores do chão, vamos olhar para elas...
- mas se não houver chão? e eu cair no abismo???
- eu salto junto... agarrando as flores!
- ... eu estou cansada...
- eu te levo ... agarras em mim para sentir o vento...
(26/10/2006)

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007


Dizem os outros que estou apaixonada.
Estarei?
Não sei...
Talvez se a paixão for:
pensar em você
escrever páginas e páginas sobre você e depois destruir tudo para que ninguém saiba verdadeiramente o que penso.
Enfim, quero te proteger de tudo o que te possa magoar! Para que não sofras - mesmo que isso signifique que tenha que me afastar de você!
Mesmo que viva atormentada pela saudade; mesmo que cada lágrima escondida me rasgue um pouco mais o coração! Esta mágoa a aflorar em meu peito ... não entendo os teus silêncios! não faço perguntas pois tenho medo da tua resposta! E, porque tenho horror à maldade de quem fala sobre o que nada entende, apenas para preencher o vazio da vida!
Se estou sendo covarde??... gostaria de saber.

sábado, 23 de dezembro de 2006


Há lugares com outros mares, de outras cores, feitos de densos verdes
Há águas que serpenteiam os ares, criando extensos leitos movidos pelas correntezas de ventos
Palavras são como sonhos, são desenhos com diferentes sentidos,
E sonho é como o vento, podemos senti-lo, mas não podemos vê-lo,
E vento, tal qual o sonho, acaricia, embala, envolve, revolve
Palavras, são como vento e como ele, tem movimento!

sexta-feira, 24 de novembro de 2006


Arrependimento... Uma foto...
Algumas palavras deixadas num mero comentário...
De repente, um pensamento te traz pra mim,
Tento inutilmente conter minhas lágrimas.
Sinto tua falta!
Ouço tua voz gostosa no meu ouvido,
Nas lentas horas da madrugada!
Segredos sussurrados...
Só nossos... Só teus... E meus.
Sinto tua falta!
Doce é a lembrança do carinho trocado...
Compartilhado.
Quentes são as palavras trocadas!
Mistério revelado na madrugada...
Hoje já não estás mais aqui,
E meu coração apertado lamenta o vacilo da razão!
Tive medo de entregar meu coração,
Fui covarde...
Não deixei explodir aquela paixão ...
Queria tanto tentar de novo...
Desejo que não depende mais de mim.
Ainda quero ser tua cúmplice de segredos,
Segurar na tua mão e deixar-me levar.
Talvez seja tarde... Talvez não!
Queria saber...
Porque sinto tua falta!!!

sexta-feira, 10 de novembro de 2006


O mar é o teu corpo, onde o meu se perde...
Quando me tocas, nem eu sei quem sou.
Quando te ouço, estremeço e não sei falar.
És um mar imenso!
Mar inquieto, enigmático, azul e altivo.
Mar belo, cintilando nos rochedos.
És o mar que me acaricia.
És todos os meus dias, minhas horas, meus minutos ...
Onde o meu coração disperta ... dispara
Como num beijo profundo e delicado.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006


O silêncio me espreita.
O vazio de todas as coisas me olha...
Um total e absoluto vazio.
Esse esperar que não descansa.
Mas, esperar o quê?
E para quê?
Hoje, mais do que sempre, uma total ausência de azuis ou o brilho das estrelas.
Só esse imenso e total vazio.
A Lua me espreita pela fresta da janela.
Mas, eu não queria esse silêncio.
Eu não queria estar só.
E não queria estar aqui.

domingo, 22 de outubro de 2006


O beijo que toca a alma pela doçura e ingenuidade que o vem caracterizar, solta-se dos lábios para outros virem acariciar!
Toque de leve, ou então mais profundo, que nos faz estremecer, direito a uma alma em que o gelo estava a crescer!
O corpo responde, mesmo que a cabeça o esteja a evitar, porque há coisas mais fortes que não podemos renunciar, e deixamo-nos embalar, como num barco a uma tempestada enfrentar, onde harpas tocam, e as sereias cantam para nos desgraçar!
O beijo é isso, um ouvir apenas o cantico, e o atirar ao mar, mesmo com a consciencia que estamos a errar, já que apenas a melodia nos interessa, e só ela queremos escutar!
A razão se esquece, o raciocinio some, e nós estamos apenas, naquele momento belo, a disfrutar ....

quinta-feira, 5 de outubro de 2006





Vou vagueando na noite
em busca de algo que perdi
com o passar do tempo
com o passar dos anos
e os pés vão se arrastando
por caminhos sinuosos
sem saber para onde vou
ou quando chegarei ao fina dessa estrada
talvez eu lá encontre
aquilo que tenho procurado a minha vida
ou , quem sabe
nunca poderei sentir que esse sonho se realizou
hoje foi mais um dia em que dei mais um passo
de olhos postos no horizonte
em busca de algo

quinta-feira, 28 de setembro de 2006



A chuva desperta em mim toda a fúria de liberdade, vem matar-me a sede de me sentir viva... Láva-me a alma, rejuvenesce-me, expõe-me, tira-me a máscara...
Despe-me do corpo, deixa as gotas de água espicaçar-me o espirito, leva-lo ao auge...
Sinto-me livre, limpa, nova!
Sou eu em estado bruto, no meio de uma sociedade que insiste em esculpir-me, e a chuva arrasta os vestígios desses atentados à minha beleza selvagem...

sábado, 23 de setembro de 2006


Reconhecerias um anjo, se visses um?
Lembraria do amor, se pudesse sentí-lo?
Saberias quem eu sou, se tivesses um espelho?
Terias as respostas, se entendesses as perguntas?
...... .....
Talvez encontre a resposta ...
Talvez a resposta te encotre ...

segunda-feira, 18 de setembro de 2006


Quando eu choro
Choro pelo desgosto que tenho
Choro por todas as vezes que já chorei
E choro por todas aquelas em que nem sequer pude chorar

Quando eu choro
Choro por todos aqueles que já perdi
Todas as feridas reabrem
Sangram ...
E o choro silencioso escorre em cascata
Lágrima a lágrima
Lembrando tudo o que eu perdi
Tudo o que eu não tenho
E tudo o que eu não sou

Quando eu choro
Há um gemido silencioso
Estrangulado à nascença
O corpo mantêm-se imóvel, rígido, inerte, morto
Face estática de olhar parado e fixo

Quando eu choro
Há estilhaços por toda a parte
Laminas que me esfarrapam por dentro
Cortes que me matam devagar
Dor, prolongada agonia

Ah quando eu choro
Sangram-me as veias
Enrigessem-me os ossos
Contraio os espasmos, a dor
E tudo por dentro se contorce
Se desfaz ...

A cabeça roda numa dor latente, aguda e voraz
À velocidade da luz passam imagens
De tudo... mas mesmo de tudo!
Tudo aquilo que um dia me magoou
Ferindo-me novamente
Com uma intensidade imensa
Igual ou mesmo superior
Acutilante...

Quando eu choro acumulo as águas de todos os rios
Que transbordam levando tudo o que sou
Para parte nenhuma
Sem destino algum

Deixo-me arrastar pela tormenta
Num vórtice de escombros
Pedaços de vida
Amor, ódio, fúria, desalento
Sentimentos contraditórios

Quando eu choro
Choro também por tudo aquilo que ainda vou chorar
Por tudo aquilo que sei que vou perder
E choro até o choro dos outros

Quando eu choro...
Chove sempre torrencialmente em algum lugar
E quando a chuva bate na minha janela
Sei que posso parar de chorar
Pois ela chora no meu lugar

Colo a face ao vidro e junto minhas lágrimas às dela
Cadenciada, tilinta devagar
Exausta cedo-lhe o meu lugar
E vejo as minhas lágrimas no seu olhar

Fica um vazio imenso
Um silêncio

Quando eu choro
Choro todas as lágrimas que nunca chorei
Sinto a dor como nunca a senti
E morro, devagar ausente
Numa expressão
Num olhar

Quando eu choro
Choro porque já não há lugar para mais lágrimas cá dentro
E a água sai devagar
Como se extravasasse somente



As dores vão-se acumulando com os anos...
As lágrimas também!

quinta-feira, 14 de setembro de 2006


Percorremos um pequeno caminho até onde estamos aqui e agora.
Caminho que tinha vista para paissagens cinzentas e sombrias que nos fez tremer e questionar dizersas vezes se estariamos corretos.
Percorremos...corremos..paramos e gritamos despejando a alma da mágoa existente, criada e provocada por cada um, por quem nos rodeia.
Vezes sem conta gritamos desejos fingidos de separação.
Derramamos lágrimas...explodimos raiva desmedida de sentimentos não sentidos.
Fugimos para longe um do outro mas sempre acabamos em distâncias esquecidas.
Fechamo-nos em nós vivendo o que sentimos com verdade real, sem pressa estamos juntos choramos...rimos...partilhamos....
Fechamo-nos em nós para não sofrermos...
Dois corações que andam de mãos dadas... Talvez um dia poderão ser apenas UM.
Utopia?

segunda-feira, 11 de setembro de 2006


Caminhei à beira-mar…o céu refletido no rebentar das ondas pareceu-me perfeito!
O céu azul me fez recordar sentimentos vividos!
O cheiro da maresia transportou-me para um mundo bem distante…
E tu estavas lá!
Sentei-me na areia, sentia-a a escorrer por entre os dedos, fina e leve…
por momentos pareceu-me que aquele momento ia durar para sempre!
Os meus olhos não cessavam de percorrer o areal à tua procura,
queria que estivesses ali a meu lado,
com os teus braços à minha volta,
a dizer-me palavras doces,
tão doces que só tu as sabes dizer!
Procuro-te e encontro-te…sabes onde?
No local mais óbvio…no meu coração!
Estás sempre aí, a acompanhar-me para onde quer que vá!

sexta-feira, 8 de setembro de 2006


Sonhos....
Meus sonhos,
Até onde é utopia?

A alma suspira docemente...
Num eterno silêncio...

Crer...
Num querer impossível
Retalhos de tudo o que não é

Realidade...
falta-me às mãos
Não tenho outra em mim
Apenas meus sonhos ...

Desejos inconfessáveis ...

O amor...
Mal-me-quer?
Bem-me-quer?

Lua ...
que me fazes companhia...
que sussuras paralavras doces ...
última a me abandonar
Diz-me:
Tu amas assim como eu ????

quarta-feira, 6 de setembro de 2006


É um fado viver assim,
nesta angustia,
que me atormenta,
destroi lentamente,
onde ardo aos poucos,
me consome,
sem nexo,
sem sentido,
perdida,
no destino que escolhi,
sorteio,
da roda da vida,
ao acaso,
deixei-me levar,
pela maré,
que corroi,
tudo leva,
arrasta,
para as profundezas,
onde a luz não brilha,
onde me deixo ficar,
até ao fim dos tempos.